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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

TV ESCOLA: DÊ UMA CANJA PARA OS SEUS NEURÔNIOS


Uma progração diversificada e educatriva. A TV Escola é assim.
É uma pena que não seja transmitida em canal aberto.
Se gasta tanto com tantas bobagens, e não se gasta nada com algo que realmente vale a pena. Isso é o Brasil!

A INVEJA FEZ MAIS UMA VÍTIMA!

A COBRA E O VAGA-LUME

“Certa vez uma cobra começou a perseguir um vaga-lume que só vivia para brilhar. Um dia o vaga-lume cansou de fugir da cobra, parou, e perguntou: Posso te fazer três perguntas? Sim, disse a cobra. Pertenço a tua cadeia alimentar? Não, disse a cobra. Te fiz alguma coisa? Não. Então, porque você quer me comer ? É porque não suporto ver você brilhar, disse a cobra!!!”
Essa história retrata um sentimento antigo, talvaz o mais antigo dos sentimentos: a inveja! O sentindo etmológico da palavra vem da raiz latina e significa invidia, do verbo invidere (olhar com malícia).
É comum perceber esse sentimento corroendo as pessoas, que a semelhança da fábula acima não conseguem disfarçar-lo. A injeva é um sentimento sentimento dominador e cruel.
É triste constatar que a inveja esta em todos os locais da sociedade. Ela atinge o pobre e o rico, o analfabeto e o graduado da mesma forma. Ela está comum a todos.
A Bíblia fala que o primeiro homicidio teve por causa a inveja: Caim matou seu irmão Abel por ele ter sido aprovado por Deus, enquanto ele não.
Hoje ninguém mata ninguém por causa da inveja (sublime utopia), as leis não permitem. Porém existem outras formas de matar alguém. Uma dessas formas é tentar denegrir à imagem da pessoa. É uma pena que esse sentimento exista. Não acham?  Mas cá pra nós: quem nunca sentiu um pouquinho de inveja? Acho que o problema é quando se deixar dominarpor ela.
Feliz será aquele que conseguir se alegrar com a felicidade e brilho do outro, desejando-lhe todo bem do mundo nas suas vitórias. Ao contrário a inveja ira aparecer, assenhorear-se dele, corroer sua mente e ferir o seu coração. Então, será tarde demais. A INVEJA fez mais um vítima!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Avaliação dos Pensamentos

Existe um ditado popular que diz o seguinte: "cada cabeça é um mundo!" Ao analisar essa frase nos deparamos com uma das verdades mais puljantes de todos os tempos: o homem é um ser que pensa, e pensar é algo que nos mostra diversas coisas, e uma delas é que, só pensa que esta vivo.
O bom de pensar é que lhe faz diferente dos outros, pois cada um pensa independentemente, a partir de conclusões retiradas  de argumentos maturados, os quais  determinaram  uma concepção sobre algo.  É  aí que surge o problema, porque  todos têm uma maneira de ver e sentir as coisas, formando assim pensamentos divergentes, similares, porém, poucas vezes indênticos.
A pior das violências que alguém pode sofrer é a castração do pensamento. Não foi assim que os líderes medievais se mantiveram no domínio de grandes populações nutrindo os seus feudos?
Hoje estamos no século XXI, e o pensamento livre é a maior de todas as dádivas conquistadas a custo de sangue. Então, valorizar o pensamento é respeitar a pessoa na sua individualidade. Por outro lado, maculá-lo é retornar aos dominios da manipulação! Respeitar as diferenças é sinônimo de maturidade. Enquanto impor a própria concepção (além de outras coisas) é sinônimo de arrogância! Pense nisto!

"O pensamento é mais que um direito; é o próprio alento do homem."
(Victor Hugo)



terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Fim de semestre

O semestre está chegando ao seu final, e por causa disso um misto de expectativa e alívio se mistura com um certo saudosismo de tudo o que foi visto durante esse período.
A contribuição fomentada pelas disciplinas, talvez não tenha superado às expectativas de muitos, porém houve elementos básicos para a construção de conhecimento que servirá para a disseminação educativa na área abraçada.
Os reveses, os contra-tempos das disciplinas, o convívio entre docentes e discentes, tudo isso, é uma forma marcante de vida. O que se observa não é quem vai sobressair sobre quem, mas as marcas que um deixou no outro. Essas marcas serão levadas para o resto da vida acadêmica.
Talvez uns não gostem no que está escrito aqui. Mas tenham certeza de uma coisa, creio até que alguém já disse isso: "Quem faz o aluno não é o professor." Isto é, quem tem de ter comprimisso com sua formação é o interessado. Concorda?
Quem passou os outros semetres a de convir, que já evoluimos bastante. E é provável, que no final do próximo, estejamos bem mais a frente do anterior (estou falando da regra, é natural que apareçam outras realidades - as exceção).
Por enquanto, relaxe nas férias! Até o próximo post!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

A Queda da UNIBAN ou da Geise?

O nosso país tem entrado para a lista das polêmicas mundias. Não estou falando aqui do G7, ou do G20, e sim, do caso Geise.
A polêmica atingiu tabloídes dos USA, Europa e outros lugares. Afinal de contas, quem saiu perdendo com a expoxição de Geisa? Ela mesma, a faculdade a sociedade, ou tudo isso não passa de um novo momento "miádico" para se vender jornal? Ou está muito cedo para dizer quem perde ou ganha?
Dos males o menor: dessa vez não foi uma professora, foi uma universitária dando uma palinha pra galera. Alguém pode dizer: e daí?
Para mim, é mais uma nota destoante mostrando uma mídia manipuladora a qual só exibe o que é do seu interesse acrescido de fatos truncados.
Acho que perde, não só a Uniban e Geise, mas principalmente a educação brasileira.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

OCA ARTE E CULTURA

Na sexta passada, dia 16, tivemos uma atividade em sala com as professoras da Oca Arte e Cultura. Nessa atividade aprendemos a manusear com reciclados transformando-os em brinquedos para interagir com as crianças. Foi uma aula muito interessante.
Veja as fotos no link: http://ocaculturaearte.blogspot.com/2009/10/ainda-sobre-ufba.html
Valeu professora Leila.
http://ocaculturaearte.blogspot.com/2009/10/ainda-sobre-ufba.html

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

OBSERVAÇÃO DESCAMPADO

Nesse semestre os professores têm se mostrado inconvenientes, incessíveis, e até mesmo, desastrados. Pois, quase todos têm pedido uma mesma atividade: "observação de campo". Essa atividade tem trazido uma sobrecarga para os alunos, os quais devem realizar diversos relatórios em um curto espaço de tempo, com uma relação de perguntas que causa estranheza a qualquer mortal.
O problema não é atividade em si, mas a somatória desta com as demais exigidas pelos docentes, além do seu caráter muito pessoal.
Parece um contra-senso - aquilo que deveria ser um acréscimo de conhecimento prazeroso ao currículo do cursista - tornou-se um fardo que deve ser levado na marra até o bem-vindo final de semestre.
Tenho dó dos que virão dos semestre anteriores ao meu. Talvez muitos fiquem desiludidos com a espectativa que advém das ansiadas disciplinas-chave: as quais são objeto de desejo dos alunos que querem acelerar o curso.
Fica aqui o meu protesto, no intuito de achar uma solução para esse problema de organização e sintonia dos conteúdos das disciplinas basilar para o curso de pedagogia.
Feliz pesquisa de campo!